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Publicado em 8 abril, 2016 | por Marina Cavalcante

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Boas novas aos diretores de escola

Diretores de escola

(*) Zoel Garcia Siqueira

Meus amigos e amigas leitoras, semana passada pedi licença para vocês, para escrever especificamente para os servidores públicos da prefeitura de Guarujá, em razão de termos uma boa noticia para eles: aumento de 12,77% em seu salário base (e outros benefícios), a partir de abril de 2016. Nesta semana peço também licença para escrever  para os funcionários da secretaria de educação, especialmente os ocupantes de funções  administrativas e pedagógicas  nas escolas da rede publica municipal, para poder dar também uma boa noticia para eles: suas funções não serão extintos uma vez que o SINDSEV e o SIPROEM conseguiram derrubar uma A.D.I.N.(ação direta de inconstitucionalidade) que visava  sua substituição, por concurso publico.

Sem entrar no mérito da questão, que é a melhora ou não da qualidade do ensino com a implantação de concurso publico para exercer  funções de supervisor de ensino, diretor de escola e orientador pedagógico, na rede publica municipal em detrimento do que é cumprido  em nosso município com base na lei 135/2012, que é a obrigatoriedade da elaboração de um projeto pedagógico pelo candidato, que deve ser  professor efetivo da rede publica municipal, com no mínimo 5 anos na rede e ser possuidor do curso de pedagogia ou semelhante, curso esse que deve ser reconhecido pelo Ministério da Educação. Para você meu leitor ou leitora, qual a melhor maneira?

Costumo dizer que mais importante do que aonde você quer chegar é qual o caminho que você usará para lá chegar.  Por que digo isso? Usaram o caminho do Judiciário para resolver esse problema e entendo que esse caminho não é o melhor e sim um debate amplo com toda a categoria e os poderes legislativo e executivo, caminho esse que não foi usado quando da discussão do estatuto do magistério. Ao judicializar essa discussão por problemas políticos partidários gerou-se toda uma situação de desconforto e desconfiança na real preocupação daqueles munícipes que buscaram esse poder para resolver essa questão.

Para solucionar provisoriamente esse problema, mais uma vez os sindicatos da categoria deixaram de lado a política com “p” minúsculo  e se uniram na defesa desses servidores e de maneira positiva e não definitiva, essa vitória foi alcançada.

Meus amigos e amigas, por que não uma vitória definitiva? Por que como já me expressei nesse texto, entendo que essa questão deve ser resolvida  de maneira técnica, democrática e transparente e com muitas discussões pois entendo que só por esse caminho podemos chegar bem próximo de uma situação desejada pela maioria da categoria.

Até a próxima!

 

(*) o autor é professor e dirigente deste sindicato

 



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